Homem que semeia no campo, o pão
Mulher sua, de cansaço na colheita
Filhos ao brincar unidos pelo cordão
Que mostram ser gente satisfeita.
Gentes que vivem da antiga tradição
Que sentem a humildade perfeita
Que nasceu do trabalho árduo união
E tempo de lazer também se ajeita.
Nos corais verdejantes da floresta
Vivem unidos e sempre em festa
Como se não tivessem mais fadiga.
Nos caminhos da vida de percalços
Vestem poucas roupas e descalços
Finam com menos olhos que barriga.
segunda-feira, 30 de julho de 2012
segunda-feira, 2 de julho de 2012
A emoção
Num movimento oscilante
Há uma brisa que passa
Mas não entra, vai e leva
A minha mente ao labirinto
Desconcerta o grave grito
Mistura-se por um instante
À vida que me abraça
E pelo tormento descai
Arranco a mentira, não minto
E agito o coração aflito
No movimento da emoção
Que lapido no meu peito
Afago o momento que sinto
E é tão belo e tão bonito
Mas nunca me abraça perfeito.
Há uma brisa que passa
Mas não entra, vai e leva
A minha mente ao labirinto
Desconcerta o grave grito
Mistura-se por um instante
À vida que me abraça
E pelo tormento descai
Arranco a mentira, não minto
E agito o coração aflito
No movimento da emoção
Que lapido no meu peito
Afago o momento que sinto
E é tão belo e tão bonito
Mas nunca me abraça perfeito.
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